sexta-feira, 15 de junho de 2012
Na Liga Mundial, Brasil sofre, mas arranca vitória sobre o Canadá
O Brasil teve trabalho e mostrou instabilidade. Viu Gavin Schmitt anotar 27 pontos e precisou do tie-break para passar pelo Canadá em seu primeiro compromisso na quarta rodada da Liga Mundial. Nesta sexta-feira, em Tampere, na Finlândia, a vitória apertada por 3 sets a 2 (parciais de 22/25, 25/19, 25/14, 19/25 e 15/9) rendeu dois pontos para a seleção, que segue na liderança do Grupo B da competição. No entanto, pode ser alcançada pela Polônia, que faz o jogo de fundo. No sábado, às 12h30m, a equipe verde e amarela volta à quadra para enfrentar os donos da casa.
Os brasileiros começaram a partida melhor. Abriram 6/4, mas o adversário não deixou a seleção escapar. Equilibrou as ações, conseguiu a virada (13/12) e colocou três pontos de frente. Foi a senha para Bernardinho parar o jogo. Na volta, num erro de saque, o Canadá fez 16/13. Apesar do 19/15 a favor dos canadenses, o Brasil não esmoreceu. No bloqueio de Vissotto, o time chegou ao empate em 19 pontos. O rival reagiu e fechou o primeiro set em 25/22.
Passado o susto, a seleção deu o troco na parcial seguinte. Abriu 14/10 e manteve a vantagem na casa dos quatro pontos. O Canadá correu atrás do prejuízo e se aproximou (19/17), mas Wallace aumentou novamente a frente e, num ace de Sidão, o confronto ficou igual: 25/19.
A vida dos canadenses se complicou de vez no terceiro set. Bem nas distribuições das bolas e procurando com frequência Sidão e Lucão, Bruninho ajudou a equipe a deslanchar. O saque também já encaixava melhor e não demorou para o Brasil fazer 16/10. Sem encontrar resistência do outro lado da rede, fechou em 25/14.
O adversário respirou, se recuperou e tomou o comando do marcador (12/11). Sidão deu a resposta. Só que o Canadá sacava bem e se mantinha em vantagem: 15/13. Os comandados de Bernardinho conseguiram chegar ao empate (18/18). No entanto, se precipitaram no ataque, mostraram dificuldade no passe e viram os adversários fugir 20/18. Viram também o bloqueio subir com mais vontade e frear qualquer tentativa de reação. Seria preciso o tie-break: 25/19.
No set desempate, o Brasil entrou atento. Abriu 5/1, mostrava agressividade no saque e levava preocupação ao técnico Glenn Hoag. Wallace também atacava com vontade e arrancava sorrisos de Giba, no banco de reservas (8/4). Computava também mais pontinhos aos 24 que marcou no confronto. Os canadenses lutavam, diminuíram a diferença, mas não conseguiram evitar a derrota: 15/9.
Fonte: Globo Esporte.com
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